sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

O calor começa a ir embora.. felizmente!!



Foto obtida agora (via Google Images) de
http://bioexpedition.com/desert-biome/

Nóossa, como a internet está lenta hoje - como a gente acaba ficando dependente destes gadgets... Lenta e instável. Poucas coisas funcionam aqui 100% o tempo todo. Que incrível deve ser dispor de uma web de alta velocidade, como se ouve falar! Aqui no Brasil vai demorar para termos acesso a esta facilidade. Uma pena; um país tão bonito como o nosso mas com as elites, os dirigentes, os políticos que tem. A saída, como eu já disse, está no aeroporto mais próximo... Não, não estou a praticar o esporte nacional de falar mal do nosso país - é pura constatação. Às vezes não sei se leio os textos/notícias dos jornais (e revistas semanais) como textos hilários ou trágicos... Mas é uma obrigação profissional a cada vez mais sofrido.

Mas o que gostaria de comentar é o calor abstruso que experimentamos estes meses. Parece algo 'global' estes distúrbios climáticos, pois vemos neve à beça ainda nos Estados Unidos, inundações em Londres e outras perturbações assemelhadas em outros lugares. E ainda dizem que pode não haver aquecimento global!

Incompreensível...




Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF)

Ontem vimos a notícia de que, na recente votação dos Ministros do STF, os trambiqueiros do famoso (ou infame?) "mensalão", um dos casos mais escabrosos da nossa política, foram inocentados da acusação de formação de quadrilha.

O que causa espécie é que na composição dos ministros do colegiado anterior (alguns se aposentaram) quase todos definiram que havia sido efetivamente formada a conspiração delituosa pela parranda, pela corja dos partidários do Partido dos Trabalhadores... E agora, com os componentes jurisconsultos algo mudados, a decisão foi alterada, como se não tivesse existido o que antes foi formalizado, 'sacramentado'. Sei que o Direito não é Ciência exata, mas como confiar que existam critérios válidos, ainda que não in totum neste campo do saber, mas no suficiente para ter-se alguma certeza mais confiável nas decisões legais, de modo a produzir equilíbrio e paz na sociedade? A impressão que fica é que existem duas Justiças, uma para o pobre, o desvalido e outro para os mais aquinhoados.

O Brasil apequenou-se; mais uma vez seremos motivo de riso pela estrangeirada...  Como se diz, a saída para nossa terra é o aeroporto!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Senso crítico e criticar...



Gravura obtida agora (via Google Images) de
http://twocanview.com/tag/critical-thinking/

Iniciamos bem este semestre acadêmico - parece que todas as classes estão motivadas para o trabalho didático (mas sempre tem os renitentes que acham que sala de aula é para brincar, ficar conversando com os colegas, jogar video-game nos celulares - mal sabem o que os espera quando se formarem...). 

Uma grande tarefa que procuro realizar com os alunos em todas as aulas é que eles desenvolvam o senso crítico. Criticar (analisar, examinar, perscrutar), na Academia, é o exercício do livre julgamento de um intelectual sobre as questões (intencionais, metodológicas, históricas, políticas, religiosas, contextuais, estéticas... etc...) envolvidas na compreensão de um texto, de um argumento ou de um raciocínio, discutindo (debatendo, questionando...) logicamente seu significado (sentido, aplicação...), bem como – principalmente -  a verificação das evidências subjacentes à verdade e, assim,  ter as condições para apreciar o seu VALOR (utilidade, etc... ). Muitos alunos chegam pensando que 'criticar' é simplesmente (ou somente) 'censurar' - alguns acham que é até imprecar. Mas logo anexam mais um uso ao vocábulo, felizmente.

Eu fui conferir e vi que até no Wikipedia tem um pequeno texto interessante sobre esta habilidade do senso crítico ou criticismo (alguns dizem 'criticidade'), que vale a pena ver:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Pensamento_crítico

Para dar conta de desenvolver o senso crítico, habitualmente as minhas atividades em sala de aula mesclam exposição dialogada e atividades práticas sobre algum tema em pauta. Os textos para discussão são fornecidos com antecedência ou trazidos pelo docente no dia da atividade, conforme o planejamento. A leitura prévia do texto por parte dos alunos é fundamental para instrumentalizar o debate em sala de aula, permitindo adicionalmente aos mesmos tomar os devidos apontamentos que julgarem pertinente. Obviamente, sempre advirto que simplesmente ler os artigos, separatas, apostilas e capítulos de livros não vai preparar o aluno para participar dos debates ou redigir trabalhos. Espero sempre que o aluno se engaje intimamente com a reflexão dos textos, questionando os argumentos e analisando sua lógica. (Ajuda em muito tomar apontamentos enquanto lê, ao mesmo tempo em que sumariza os principais aspectos apresentados) Se o aluno vem à sala de aula com ao menos duas questões para discutir é um bom indicativo de seu envolvimento, penso eu. Mas é um trabalho árduo. Muitos alunos passam o ano todo em atitude passiva - não são poucos os que 'entram mudos e saem calados' quase todo dia... Eles não questionam, não observam o questionamento dos colegas, não se engajam. Apassivam-se, literalmente. Negam-se a si mesmos, ao fim e ao cabo, e não desenvolvem habilidades e competências preciosas. Preocupo-me e me exponho denunciando o problema, mas muitos alunos acham que exagero ou até que os destrato... Hard times!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Provérbios 16: 3 e 4




Como sempre faço todo dia, medito sobre a Palavra e hoje vi algo que quero compartilhar: Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos. Está em Provérbios, 16:3, na versão NVI (em outras edições alguns termos são diversos ocasionalmente, mas com o mesmo sentido). É um procedimento que tenho seguido, o consagrar minhas ações; bem, tentado seguir sempre, apesar de minhas inúmeras deficiências e dificuldades. A chave é sempre iniciar algo com a necessária oração.

Porquê consagrar ao Senhor nossas ações? Porque tudo é dEle, e isso nos ajuda a dar o tom correto, o sentido apropriado às nossas ações. O problema é o automatismo, o 'piloto automático' que configuramos para seguir com a vida do dia-a-dia... E quando divisamos aquelas pessoas tenebrosas, amargas, ameaçadoras de nossa conexão com o Santo Espírito, sei que fica difícil enxergar o Cristo em cada uma delas... Mas aí está um grande desafio. Consigo a cada dia ver o Mestre neste tipo de pessoas, e isso me ajuda a tratá-las diferentemente do modo como elas me tratam. Dura empreitada, mas Ele está do nosso lado; esta é a promessa.

Mas o que também é  interessante nesta perícope vem logo a seguir (verso 4):

O Senhor faz tudo com um propósito; até os ímpios para o dia do castigo.

Aqui reside um outro aspecto que muito me maravilha: a Soberania de Deus, que é o nosso conceito-chave. Temos que nos esforçar para entender o propósito de Deus para cada um de nós. O Pacto é estabelecido com o Seu povo, mas cada um é responsável, em suas diversificadas atribuições, pelo nosso relacionamento pactual. E o sagrado convênio se espraia em diversas dimensões - na familia, na comunidade de Fé dos eleitos, no casamento - cada membro com seus encargos pactuais. Gosto muito de estudar as Santas Palavras, que muito significam minha existência. Sou muito grato ao Pai Celestial pela instrução, pelo amor celestial.

* * *
Uma coisa 'aborrecente' nestes dias é a canícula atroz que se manifesta. Sinal dos tempos? Penso agora em ir na loja e comprar uma mini-piscina... só não vou correndo porque vou suar muito, e meus escrúpulos ecológicos me constrangem, com a escassez do precioso líquido. Fico furibundo quando, nesta estiagem, alguém lava a calçada ou veículos com a água tratada. Mas nossas autoridades são muito incompetentes: não vejo campanhas nem políticas públicas desenvolvendo na população modos mais racionais de lidar com a água. Paciência, podia ser pior! Lembro dos meus filhos lá nos Estados Unidos, com aquele frio todo. Bem, todo extremo é ruim, mas gosto MUITO mais do frio do que do calor...

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Aulas voltando...




Designer: K. Tribett

Quando estive a última vez nos Estados Unidos vi este quadrinho numa das lojas da linda cidadezinha perto de Salt Lake City chamada Park City, estado de Utah (onde uma atleta brasileira - teinando para as Olímpíadas de Inverno -  acidentou-se semana passada) e não resisti. É emblemático do que se encontra majoritariamente em muitas organizações. Incrível como, depois de anos da ciência da Administração, possamos encontrar empresas geridas por verdadeiros trogloditas. Alguns administradores e empreendedores parecem gostar de maltratar colaboradores e clientes. Certas pessoas, depois que  se instalam/são instaladas em posição de mando, exercendo determinado poder, exacerbam-se e extrapolam em suas 'razões'. Patético. Quando comprei o quadro imaginei que poderia sempre me acautelar quanto a esta falta de humildade. Eu pendurei o quadro na parede do meu escritório e o uso para fins psicoterapeuticos, imagine só...  mas de uma maneira lúdica, alegre, simpática até. 

Realmente é uma arte a Administração de Empresas. Não é para qualquer um; digo 'arte' porque é um daqueles empreendimentos humanos que necessariamente combinam sensibilidade, conhecimento e intuição na sua execução. Muitos acreditam que são administradores, sem o serem de fato. Eu achava que cortar cabelos era coisa 'simples', habilidade manual e alguma destreza. Agora que sou voluntário sei quão difícil é esta arte... e necessária, pois lida com a auto-estima da pessoa. Cabelo é coisa séria - pergunte a qualquer mulher!

Mas voltando à arte da Administração, ouso colocar abaixo um quadrinho que vi na web. Quando eu o encontrar vou comprar para fazer par com aquele de cima, e vou ambém usar as sugestões nas minhas aulas da faculdade. A moçada de hoje está precisando muito destas instruções!


Obtido agora (via Google Images) de:
http://umdcareers.wordpress.com/2013/01/17/office-etiquette-part-1/
-Visite o blog, tem sugestões interessantes, e é bem light!! - 
http://umdcareers.wordpress.com/