quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Exames... e Iron Maiden


Foto obtida agora (via Google Images) de
https://www.imprensadorock.com.br/iron-maiden-traz-o-livro-das-almas-para-show-imperdivel-em-sao-paulo/

1. Hoje já cedo fui no meu médico proceder aos exames periódicos; já levei ao convênio as guias para concederem à burocrática autorização. Desde os 40 anos faço os acompanhamentos religiosamente e, graças, nunca houve alteração... Sou abençoado inclusive nisto: não gasto muito para gerir a saúde, e não abuso em nada. A única coisa é que, preguiçosamente, postergo o reinício de minha atividade física regular. Nunca imaginei que iria ficar madraço, mandrião neste aspecto!

2. Coloquei um  Iron Maiden, o famoso conjunto britãnico, no CD player. Paulêra! Este CD é um ótimo: "Somewhere back in time", com o melhor de 1980 a 1989. Eles são muito famosos também pelas capas dos discos, vejam só... Muito louco! 

3. Loucura. Ontem apareceram quatro clientes logo cedo e, quando vi, fui almoçar somente às 14 horas. Nem vi a hora passar. Uns vieram pela página no facebook.com/insonte, outro foi cliente retornando (graças!!), e outros, por causa de uma publicação que coloquei num hebdomadário anárquico-comercial-satírico aqui da cidade, o "Jornal do Parabrisa" (como o nome sugere, antes o mesmo era colocado aleatoriamente no parabrisa dos carros estacionados em via pública; hoje é distribuído gratuitamente nos sinais de trânsito do centro da cidade). 

4. Neste calor, só tomando tereré ao lado dos ventiladores... mas o noticiário do tempo informa que no fim de semana chega outra 'frente fria', tomara! Ganhei mais duas bermudas de minha mulher Bilú; umas das coisas fascinantes aqui da GARAGE é que posso trabalhar bem "informal", de bermudas e camiseta, como sempre sonhei... Acho tão ridículo e sem lógica esta imposição social de roupa 'pesada' neste clima tropical. Sem noção... 

5. Depois de velho tenho uns 'doloridos' extemporâneos que aborrecem e, por Júpiter!, ainda me lembro de posturas e gestos do Yôga que fazem sanar a azáfama. Nunca deveria ter parado de praticar esta arte-ciência mais que milenar... Sinto falta dos bons tempos das aulas da Mestra Marina e do meu guru Bahjat Marrach (ambos já habitam as mais altas dimensões acima da nossa; fiquei feliz que pude ir às exéquias de ambos). Foi uma época de aprendizado memorável, em todos os sentidos. Minha orientadora do Mestrado, Professora Maria Eunice, conheceu a iogista Marina. Grandes almas, todos os três, pessoas éticas em tudo. Saudades! Temos muito carinho pelos docentes que nos ensinaram com tanta amorosidade...

Fotinho obtida agora (via Google Images) de
http://outroindie.com/iron-minions-como-seriam-as-capas-do-iron-maiden-se-fosse-estreladas-por-minions/

sábado, 22 de outubro de 2016

Memória... apagando??

 Foto obtida agora (via Google Images) de
https://blogwithvhelps.files.wordpress.com/2014/09/memories-2.jpg

1.  Pessoal, acho que estou com um processo de depleção de memórias... Não estou em pânico porque acho até que é da idade (interessante, ao sentar aqui na barbershop e começar a escrever, este termo 'depleção' veio dos meus subterrâneos - palavra que devo ter aprendido nas minhas leituras de juventude e/ou na idade quase-madura) - e,  afinal, lembro de algumas coisas antigas razoavelmente, e consigo hoje ter boa autonomia, mas para assuntos recentes ou banais tenho uma dificuldade quase-exasperadora de rememorar. Estou começando a avisar as pessoas mais amigas ou íntimas: se a  coisa desmemoriante piorar (e eu não me der conta, pois até agora parece que estou no comando...), ou eu desandar, peripatético ou não, por favor, eu rogo, me avisem! No limite, determinei à patroa para não perder a saúde por minha causa (já é um assunto sólido de pesquisa na Academia o stress do cuidador...), deixando o meu cuidado a profissionais. Imagino se um dia ficar com Alzheimer e ela for me visitar num nosocômio ou Lar, vou certamente ficar alegre conhecendo 'todo dia'  uma mui atraente moreninha...

2. Hoje cedo assisti a dois DVDs com os Bee Gees (Live By Request, e One Night Only) e matei as saudades. Quantas décadas de sucesso musical fizeram estes irmãos! Melodias lindíssimas eles compuseram e que marcaram muitas vidas. 

Então... eu faço muitas coisas para treinar a mente/memória, como ler, experimentar sons, odores e imagens diversificadas; levo vida bem ativa, como uma noz ou amêndoa todo santo dia, tomo alimentação bem 'colorida' etc. e tal; portanto, se ficar gira um dia, vai ser certo azar... Agora, por exemplo, estou a relembrar um cara que ouvi muito, principalmente na faculdade - nossa, acho que já falei sobre tudo isso aqui... rs rs - o Johnny Winter, muito bom, um blues-man e roqueiro norte-americano da maior constelação. Estou espanando os neurônios, decididamente.  Mas no fundo, amigo, Deus está no comando e tudo vem pela Soberania d'Ele portanto, confio e agradeço, o tempo todo. E quando lembro/reconheço vez por outra que esqueci maldades e porcariadas das pessoas, até acho bom! Mas eu gostaria de lembrar mais do tempo, principalmente, em que convivi com as crianças, que foi muito intenso, mas quase nada restou. Muitas coisa 'sumiram' de minha mente; parece que pouco vivi - apesar 62 anos... Às vezes penso que meu treinamento zen-budista e do Yôga (que me foram muito intensos em algumas décadas), ensejando o desapêgo e o viver inarredável  do aqui-e-agora, determinaram-me uma modalidade alternativa de considerar precisamente o vivenciar. Medito muito nisso e, cáspite!,  não chego a conclusão.

3. Bilú voltou agora de um passeio à tarde no centro da cidade e, homessa! trouxe-me um jornal. A esta hora um 'hebdomadário' é difícil de se achar nas bancas de revista. Como mudei meus hábitos desde que abri este estabelecimento, trabalhando aqui de terça a sábado das nove às treze horas e das quinze às dezenove horas, fica mais apertado dispor de uma hora para fazer o que precisamos fora de casa. Mas quem tem uma 'santinha' como esposa não se aperta...

foto obtida agora (via Google Images) de
http://www.menscosmo.com/wp-content/uploads/2011/07/short-term-memory-
loss1.jpg

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Alice

Alice Guedes Nogueira, de Roberta e Eduardo... 
at Hospital UNIMED, S. J. B. Vista (SP)
(arquivo da Familia, 19 out 2016)

1. Nossa, mais uma pessoinha no pedaço! Difícil não lembrar dos meus... Que emoção inexplicável, que nos faz animar, motivar frente este mundo injusto. Que Deus a proteja e a tenha entre seus eleitos. E, o mais legal, com aniversário pertinho do meu, podermos juntar os bolos; pensando bem, só depois que ela crescer (e bastante, pois jovem - com raras exceções - não tem muita paciência com velho...). Mas que alegria; o legal na família de Ruth é que o pessoal sempre tem um nenê nascendo para alegrar a vida e os fins de semana! Dá trabalho, mas compensa, ainda que, depois de um tempo, os mundo os arranca de nós... Não tem outro jeito, ao que parece! Nossa, Eduardo e Roberta vão precisar de ajuda - eles tem mais 2 crianças pequenas. Corajosos eles são... Mas a família é muito unida.

2. Estava eu a tocar aqui na GARAGE uns boleros lindos com aquele interprete latino muito famoso (ele não é de Porto Rico?), Luis Miguel, quando passa uma idosa muito simpática e, da calçada, assim que escuta, pergunta ... "é o Luis Miguel??" e, pronto,  conversando sobre nossas preferencias artísticas neste domínio, olha a mágica que a música faz: encontramos uma identidade! E agora creio, creio e tenho certeza, que ela não vai mais só cumprimentar quando passar por aqui... Que bacana.

3. Voltei a assistir "Better Call Saul", no NetFlix (artista principal Bob Odenkirk, muito bom!). Bem cool a série - temos até agora 2 temporadas -  e do jeito que eu gosto: moderno enredo, superdinâmico, com enquadramento preciso e atuação impecável dos artistas. Não sei como não ganhou ainda um monte de prêmios. Os idealizadores são os mesmos da premiada e célebre série "Breaking Bad" (cinco temporadas!), com Bryan Cranston. 


Elisa, uma das irmãs de Alice,
com o papai Eduardo...
(fotinho do WattsApp dele...)

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Comentarios do dia...



Fotos de Clovis Vieira
O Município, S. J. da Boa Vista
http://www.omunicipio.jor.br

1. As fotos acima me foram presenteadas pelo amigo jornalista Clóvis Vieira (curiosamente, nome parcial de um dos irmãos do meu pai, genitor da querida prima Claudinha), que apareceu de surpresa aqui na GARAGE (fiquei devendo um café...). Fino e preciso enquadramento, com olho de sensível artista. E, além de muito atencioso e cortês, o conhecido periodista escreve muito bem também!

2. Teremos calor durante a semana, segundo os meteorologistas - a canícula de ontem e hoje já me aborrece. Tomo tereré o tempo todo... Fico com dó dos trabalhadores de rua, como os capinadores que agora passam, arrancando matinhos e tiriricas da calçada. Estranhamente, os gajos retiraram o mato somente do pavimento oposto, deixando meu passeio com arbustos. Nem vou perder tempo para reclamar com o alcaide... Que ratice! Amostra de falta de treinamento ou, no mínimo, de supervisão deste abunhadio. Costumeiro hoje em dia.

3. Não dá para ficar aborrecido quando se escuta uma música quase-celestial como a da cantora norte-americana Anita Baker (Rapture). Uma das coisas mais gostosas de ter aberto aqui minha humilde barbearia foi poder ficar ouvindo todos os meus CDs, escolhidos a dedo ao longo dos anos. Me perguntaram porque 'virei' barbieri; ficar na barbeação, 'plantado' o dia todo aqui no salão, depois de ter feito mestrado e doutorado... como se fosse mais digno ou meritório um do que o outro! Ocorre que estou a preparar minha 'aposentadoria' da Educação. Tentei o mais que pude ser um professor-pesquisador-orientador; fiz concorrido concurso numa autarquia municipal na área da Educação e tornei-me funcionário público, mas o cenário educacional universitário atual não nos incentiva... Já provei para mim mesmo do que sou capaz e agora devo alçar outros vôos! E já expliquei aqui e no facebook.com/insonte : adorei ser voluntário cabelereiro/barbeador do Lar de Idosos São Vicente de Paulo, ao longo destes anos todos. As pessoas são as mesmas em toda e qualquer função... o diferencial é o quanto nos significa e realiza trabalhar pelo outro. O que se mostra datado, circunstancial. E como terei (por vários argumentos) que trabalhar até quando puder ou conseguir, uno o útil ao viável e agradável!

4. Como a gente recebe uma enormidade de coisas - e cada coisa! - pelo WattsApp hoje em dia, e é uma das coisas mais características destas 'redes sociais', que mostram como anda a sociedade hodierna. Fico a imaginar como será o futuro, com esta avalanche de dados (nem sempre vira informação...) - ou seria um tsunami? Por isso, e já comentei aqui, que temos tanta superficialidade hoje. O único reduto que temos para resgatar nossa profundidade e essência é o cultivo da mente, e da espiritualidade. 


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Quase-divagações esparsas...

Garage Barbershop São João,
na garagem de baixo (porão da casa)

1. Gente, só agora percebi dois erros nesta foto... primeiro, a data estampada no cromo: esqueci de atualizar na máquina; o correto seria em Setembro, quando inaugurei o salão...  outro erro está na placa de funcionamento: começo a jornada às 09 horas, e não às 10, como consta. De qualquer modo o amigo Enilton, da Vistasse, empresa de comunicação visual aqui da cidade, fará esta correção. 

2.  Como o calor me debilita, fico prostrado. Deveria ter nascido em clima mais propício para meu desempenho ser mais adequado. Produzo bem menos neste calorão. Fico sob vento o tempo todo, e tomando tereré gelado. O bom é que agora aqui na Garage posso trabalhar de bermuda, coisa que não posso na faculdade, que pena. Bobeira de 'paiseco' tropical terceiro-mundista que queria ser Europa; só pode ser! Que coisa ridícula (em relação à logicidade que deveria presidir nossas cogitações) obrigar-se a colocar paletó e roupas apropriadas de clima frio nesta canicula. Chega a ser próprio de cretino.

3.  Será que meus cinco netos e netas um dia pesquisarão aqui quem foi o avô paterno deles? Creio que nestes anos todos (daqui a um 'tantico' terei mais de 10 anos de blog...) deixei registrado muito do que penso - sim, sei que isto tudo escrito aqui é um quase-arremedo do vero Lucas Vieira Dutra, filho do Geraldo e da Firmina, nascido em São Paulo (no Hospital São Paulo; paulista, paulistano e são-paulino...)  em 10 de outubro de 1954; só tem um assim - e, combinado com meus escritos e publicações, fotos e filmagens, acredito que terão uma boa ideia do que penso e pensei sobre o viver, o vivenciar. Ah, e tenho 'agora' também duas contas de Facebook, que retrata muito do nosso intra, inter e extra-entorno. Pelo menos acho que eles saberão (principalmente pelo vocabulário) que eu fui e sou alguém que lê muito!

Eu sempre tive muita curiosidade sobre os meus avôs Lucas de Souza Dutra e José Antônio Vieira, grandes homens, patriarcas inesquecíveis, homens de bem e personalidades marcantes para todos que os conheceram. Tenho pouquíssima informação sobre eles (meus pais são muito reservados...) visto que não legaram nada/quase nada escrito; fotos não dizem muito! Do avô Lucas lembro-me somente de uma vez que ele nos visitou em Rio Claro, contando muitas estórias de  caveiras e fantasmas, que me deram pesadelos... Convivi um tanto com o 'vô Niniu' (apelido do avô materno), pessoa amorosa ao extremo, pacienciosa e, lembro muito (apesar de bem criança), bastante alegre e de bem com a vida, em todos os sentidos. Ele me levou de trem várias vezes a São Paulo para fazer tratamento médico por causa de um olho (o direito) que 'não funciona'. Ele faleceu em casa (infarto fulminante); lembro bem do dia, um 'trauma'! Tal lacuna de conhecer quem foram os avôs (mais do que as avós, curioso!) me interpela sempre quando me pergunto quem sou. Nossa descendência nem se lembra dos genitores dos genitores na terceira ou quarta geração, o que é patético...

4.  Bilú chega e comunica que talvez (dependendo que uma tomografia que fará...) deverá se submeter a uma intervenção cirúrgica para retirar um cálculo renal. Provação! Mas Deus é por nós, e tudo se inscreve pela Soberania d'Ele em nossas existências. O cristão cônscio nunca se desespera, apesar de por vezes se desesperançar, pasmar e desmotivar... Creio que, retomando um pouco o que explanei em 3. acima, meus netos saberão que fui alguém dotado (em idade provecta, principalmente) de uma piedade significadora em alto grau, conquistado em duros embates espirituais, onde o Cristo, como sói (de 'soer'...) acontecer, é o vencedor, para minha graça eterna. Sou imensamente grato por isso!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Chuva e primavera... e - 341a. postagem - alguma cogitação esparsa.



Foto obtida agora (via Google Images) de
http://wanderluxe.theluxenomad.com/coif-it-up-the-swankiest-hipster-barber-shops-around-the-world/

1. Começo de mês e 'tudo parado' nesta crise; meus colegas barbershoppers estão reclamando também. O fato é que normalmente as coisas começam a ficar mais animadas, no âmbito das compras, somente depois que os salários são depositados... E creio que, com este período político-econômico que estamos vivenciando (não emprego mais o termo 'crise'... ficou muito batido!) os fenômenos ficam mais aguçados, ao que parece. Contudo, eu não posso reclamar, só agradeço! Felizmente não tenho dívidas e com minha vidinha funcionária (como dizia o célebre cronista carioca Pedro Nava) não tenho apegos e dispendiosas necessidades; aliás, são bem sóbrias. Agora, por exemplo, escuto W. A. Mozart (1756-1791) no meu CD player (Sinfonias n. 40 e 41 "Jupiter", Série RED Line, da Gravadora EMI Classics) - o quê mais quero? Antes, escutei um som de minha adolescência - o conjunto de rock sinfônico escocês Jethro Tull (' The very best of ', da Gravadora Chrysalis). Fico embevecido por horas!

2. Que época gostosa a primavera! A planta que Bilú me presenteou para colocar aqui na Garage - uma folhagem lustrosa que gosta de sombra - 'soltou'  mini-caules (algo que não é 'folha'... cruzes, que péssimo botânico sou!) e estes estão pejados de minúsculos e espaçados botões alaranjados mui delicados - não sei se é semente ou futura florinha. Estou curioso para ver o que sucederá. A gente se enamora destes viventes, não é mesmo? E só porque nos fazem companhia neste mundo solipsista, especioso e solitário. 

3. Nesta época de vacas magras, estou cortando algumas despesas, para adequar o orçamento. Por política do Centro Universitário onde trabalho (uma autarquia municipal), sou contratado como horista - não é o sistema 20 ou 40 horas de dedicação, como na UNESP ou USP. Sendo assim tem semestre que tenho um número apropriado de horas-aulas, e semestre 'ruim'... Mas, afortunadamente, não tenho dívidas, e minha mulher é muito econômica e industriosa, e nossas despesas são apoucadas, mesmo o seguro-saúde. Como tenho aquecimento solar em casa, também o valor da energia elétrica é baixo. E, depois de tanto tempo trabalhando nos três períodos consegui, há alguns poucos anos (gozado, fui na Agência  do INSS no fim do ano contar meu tempo para ver se tinha o direito e, "quando vi" - cáspite! - comecei a receber no começo do ano seguinte o meu sagrado 'provento'...), minha aposentadoria no sistema geral que, apesar de não ser muito (o malfadado 'fator previdenciário' reduziu boa parte do meu ganho) ajuda a fechar as contas no fim do mês.

4. Ouvi dizer que, ao escrever, uso muito o recurso da aposiopese. Mas gosto de pensar que, se deixo as reticências expressas, meus interlocutores, inteligentes que são, extrairão um pensamento apropriado. Creio, fazendo uma autocrítica, que emprego por vezes termos incomuns ou pouco castiços, mas procuro ser preciso e claro no que desejo expressar. O vocábulo 'salta' à minha mente à medida que vou organizando o pensamento a exprimir e seguidamente me vejo procurando um sinônimo para não parecer pedante (pecha de que já fui acusado) ou esnobe, coisas que detesto. Que fazer... (êpa, olha aí de novo!)

5. Meu espaço aqui está muito agradável, prazeiroso; todo dia aparece amigo ou amiga para papear. Se o ambiente estimula a tertúlia, é o que almejei. Deus me conserve, pois fico muito agradado!